Região selar

    Craniofaringioma em Adultos

    Uma visão estruturada sobre uma lesão benigna por histologia, mas complexa por localização.

    Conteúdo revisado
    Critério cirúrgico
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    Craniofaringioma é um tumor epitelial raro da região selar e suprasselar, próximo à hipófise, ao quiasma óptico e ao hipotálamo.

    Revisado por Dr. Erion Jr de Andrade (CRM/RS 41.263) · Atualizado em maio de 2026

    Resumo

    O tratamento busca equilibrar controle tumoral, visão e função hormonal/hipotalâmica. Em alguns casos, remover tudo pode não ser o objetivo mais seguro.

    Fatos Importantes

    • Pode causar alterações visuais e hormonais.
    • Relação com hipotálamo muda o risco da cirurgia.
    • Controle de longo prazo pode combinar cirurgia e radioterapia.
    • Seguimento endocrinológico é parte central do cuidado.
    Informações

    Como decidir em craniofaringioma em adultos

    Blocos curtos, estruturados e revisáveis para pacientes, médicos encaminhadores e sistemas de busca por IA.

    01

    Por que é diferente de outros tumores?

    Mesmo benigno, pode aderir a estruturas que regulam visão, sede, apetite, temperatura e hormônios.

    02

    Qual é o alvo real?

    O alvo é controle com preservação funcional. Em alguns casos, cirurgia subtotal planejada seguida de radioterapia pode ser considerada.

    03

    Quem participa da decisão?

    Neurocirurgia, endocrinologia, radioterapia e oftalmologia costumam participar do plano.

    Indicações

    Quando o tratamento cirúrgico é indicado?

    Quando pode ser indicado

    Compressão visual ou hidrocefalia.

    Crescimento do cisto ou da parte sólida.

    Piora hormonal ou sintomas hipotalâmicos.

    Necessidade de diagnóstico histológico.

    Quando cirurgia geralmente não é necessária

    Lesão pequena, estável e sem compressão funcional.

    Cisto controlado e paciente assintomático.

    Alto risco de dano hipotalâmico com remoção agressiva.

    Estratégia planejada de acompanhamento multidisciplinar.

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